17 de maio de 2017

A Faca Não Corta o Fogo súmula & inédita




título: A Faca Não Corta o Fogo súmula & inédita
autor: Herberto Helder
tradução: ---
edição: Assírio & Alvim
n.º/ano de edição: 1.ª - 2008
colecção: ---
n.º pág.: 206
formato: 15x21cm - encadernado
capa: pintura de Ilda David
estado de conservação: 5/5
presença no mercado: esgotado / raro / muito raro
ref:
pvp: 89.90€
sinopse:
detalhes: óptimo estado.

encomenda/reserva:
tel: 21 795 93 39
IBAN: PT50 0018 0003 1620 840 702 071
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(sujeito a confirmação de stock)

O Mundo Não Perdoa



título: O Mundo Não Perdoa
autor: William Faulkner
tradução: António de Sousa
edição: Europa América
n.º/ano de edição: 1.ª - 1960
colecção: Os Livros das Três Abelhas n.º 34
n.º pág.: 242
formato: 11x16cm
capa: António Domingues
estado de conservação: 4/5
presença no mercado: esgotado / raro / muito raro
ref: 175124
pvp: 5.90€
sinopse: Há em "O Mundo Não Perdoa" algo de novela policial e algo de romance psicológico. No fundo, o problema do romance, para lá do especto de mistério detectivesco e do impressionante tratamento psicológico dos personagens, é um problema político e moral: o ódio de raças. E não sabemos que mais admirar, se o estilo do escritor, que nos choca e empolga, se a sua coragem de colocar um problema humano, tão grave e tão inspirado em sentimentos de fraternidade e de justiça.
detalhes:

encomenda/reservas:
tel: 21 795 93 39

A Ilha de Arturo

título: A Ilha de Arturo
autor: Elsa Morante
tradução: Hermes Serrão
edição: Ulisseia
ano de edição: 1ª – 1966
colecção:
n.º pág.: 369
formato: 13x18.5cm (in-8)
capa: Rocha de Sousa
estado de conservação: 3/5
presença no mercado: esgotado / raro / muito raro
ref: 1893359
pvp: 7.90€
sinopse: «A Ilha de Arturo» é todo o universo secreto da infância e da adolescência que precede o conhecimento do bem e do mal e a experiência da realidade.
detalhes:

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As Aventuras de Hunckleberry Finn


título: As Aventuras de Hunckleberry Finn
autor: Mark Twain
tradução: Francisco José Tenreiro
edição: Portugália
n.º/ano de edição:  1ª - 1970
colecção: ---
n.º pág.: 387
formato:  12x.18.5cm– (in-8)
capa: e ilustrações de Nuno
estado de conservação: 4/5
presença no mercado: esgotado / raro / muito raro
ref: 178528
pvp: 6.00€
sinopse: Este livro pode ser interpretado como uma simples história sobre as aventuras de um rapaz no Vale do Mississípi durante a segunda metade do século XIX. Mas a diversidade da experiência humana e as situações humorísticas e dilacerantes por que passa Huck fazem dele uma obra ímpar.
No meio dos mais diversos episódios a solidão faz com que Huck receie não fazer parte do mundo. Mas a solidão é-lhe necessária para sentir a liberdade ou pelo menos, usando a expressão de H. Bloom, «para não renunciar ao desejo de uma permanente imagem de liberdade.
detalhes: ---

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NIB: 0018 0003 1620 840 702 071

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4 de maio de 2017

Horizonte Cerrado

título: Horizonte Cerrado
autor: Alves Redol
tradução: ---
edição: Autor
ano de edição: 1ª – 1949
colecção:
n.º pág.: 410
formato: 16x21.5cm (in-8)
capa: ---
estado de conservação: 3/5
presença no mercado: esgotado / raro / muito raro
ref: 199989
pvp: 29.90€
sinopse: António Alves Redo, Nasceu a 29 de Dezembro de 1911, em Vila Franca de Xira e faleceu a 29 de Novembro de 1969, em Lisboa.
Romancista e dramaturgo, filho de um pequeno comerciante ribatejano, obteve um curso comercial, conheceu em Angola a pobreza e o desemprego e desenvolveu em Lisboa várias actividades profissionais. Militante do partido comunista e empenhado na luta de resistência ao regime salazarista, compreendeu a literatura como forma de intervenção social, sendo um dos seus primeiros romances, Gaibéus , considerado um dos textos literários fundadores da narrativa neo-realista. Ao longo de uma longa e coerente produção literária, Alves Redol trouxe para o romance personagens, temas e situações, ignorados pela literatura, postura que lhe valeu, simultaneamente, o êxito junto de um grande público e o ataque impiedoso da crítica, que apontava como deficiências de escrita a linguagem simples da sua prosa e o esquematismo das tramas romanescas. Acusações que pareciam corroboradas pela despretensão e modéstia literárias manifestadas pelo autor nas epígrafes das suas obras, como sucede em Gaibéus , precedido do aviso de que "Este romance não pretende ficar na literatura como obra de arte. Quer ser, antes de tudo, um documentário humano fixado no Ribatejo. Depois disso, será o que os outros entenderem". No prefácio a Barranco de Cegos (Lisboa, 1970), Mário Dionísio compara o destino da obra de Redol ao dos romances de Zola, que ao escolher temas malditos, como o operariado e os conflitos sociais, recebeu durante anos a aversão dos críticos, até ser redescoberto em leituras inovadoras que revelaram a estrutura épica dos seus romances e a reformulação de mitos contemporâneos nessa prosa chocante, intensa, por momentos quase surrealista.
detalhes:

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IBAN: PT50 0018 0003 1620 840 702 071
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